Parece o começo de uma piada, mas é tudo verdade: os militares dos EUA desembarcaram no Twitch e por mais de um mês ela organiza eventos diários livestream em que os jogadores de sua equipe jogam títulos como Call of Duty: Zona de Guerra e Valorização.

Começando com um simples "UwU" em resposta à conta do Discord no Twitter, a situação rapidamente se tornou suspeita, até surgir nos últimos dias em várias controvérsias sobre as quais o site The Nation queria investigar mais.

O autor do relatório Jordan Uhl conseguimos assistir a uma dessas transmissões ao vivo e percebemos quantos dos jogadores na tela estão mais do que dispostos a conversar com o público da vida nas trincheiras - a menos que você faça o link para a página errada da Wikipedia, nesse caso, você chegará banido como no vídeo acima. Considerando que a plataforma é preenchida não apenas por crianças e adultos, mas também por crianças entre 10 e 13 anos de idade, Jordan pede que esse tipo de transmissão ao vivo não seja filtrada de forma alguma pelo site, impedindo que os militares realizem esse tipo de recrutamento de streaming.

Além disso, para tornar a situação ainda mais estranha, este link presente na página Twitter e Twitch da equipe de Esports do Exército dos EUA leva a um pequeno questionário chamado "Register to Win", que permite que qualquer pessoa entre em contato com um recrutador do exército para obter informações.

Em suma, após o escândalo das Girl Streamers, Twitch se vê diante de outro gato a ser esfolado e que pode explorar a engenhosidade e fraqueza de sua parcela mais jovem de usuários para outros fins que não lúdico.